NOVA SEDE, VELHOS DESAFIOS, ETERNA ESPERANÇA

No último sábado participei da inauguração da nova sede do Diretório do PSDB de Ribeirão Preto, que agora se localiza na Rua Prudente de Morais, 357, no centro. Sinto que nosso partido está iniciando uma nova fase, passamos por uma triagem em nosso quadro de membros, não planejada mas positiva, na qual assistimos a saída de filiados a maioria apenas interesseiros que aproveitavam do fato do PSDB estar a frente do executivo municipal, na busca de vantagens pessoais trocaram de sigla e de ideologia na velocidade que Ribeirão trocava de direção.

Aos que ficaram desejo muita força, não será um ano fácil, precisamos nos unir e com coragem sermos a oposição consciente e propositiva que nossa cidade tanto necessita neste momento. Não existe democracia de verdade sem oposição e, infelizmente, parece que nossa Câmara está trocando sua prerrogativa de fiscalização e cobrança, pela indicação de cargos na administração municipal. Nosso trabalho será árduo, mas esta é nossa missão: sermos realmente uma opção ao modelo “Democratas-populista-assistêncialista” que habita o Paço municipal.

Outro desafio é nos preparamos para vencermos as eleições de 2010, levando nossos representantes a Assembléia Legislativa e ao Congresso, para isto é preciso escolher bem nossos candidatos, e começarmos o trabalho de base o quanto antes. Ao conversar com muitos filiados notei que minha opinião é correspondida: precisamos lançar candidatos únicos a deputado estadual e a federal! Além de demonstrar a todos que estamos realmente unidos, ao centralizar nosso trabalho em torno de um nome, nós teremos muito mais condições de obter uma vitória expressiva.

GOVERNO ESTADUAL GARANTE AGRISHOW EM RIBEIRÃO ATÉ 2014

O Secretário Estadual de Agricultura, João Sampaio (PSDB), assinou ontem a renovação do convênio com a Abimaq para a permanência da feira na cidade até 2014. A organização pretendia levar a feira para São Carlos a partir de 2010.

A decisão é resultado de um trabalho de bastidores de lideranças do Governo José Serra (PSDB), com grande participação do Deputado Federal Duarte Nogueira (PSDB), ex-secretário estadual da Agricultura, e parece que pesou a favor da permanência, também, a crise econômica, que dificultou a liberação dos investimentos para a realização da feira em novo local.

O anúncio oficial será quinta, dia 23, as 10 horas, na Capital.

NOTÍCIA RELACIONADA:

http://www.jornalacidade.com.br/noticias/79464/com-2010-na-manga-estado-negocia-agrishow-ate-2014.html

ESTOU LUTANDO POR DIAS DE PAZ

Na política assim como na vida existem muitos sentimentos em conflito, amor e ódio, coragem e medo, conquistas e perdas.. Movidos por estes sentimentos somos muitas vezes induzidos a erros e acertos, nada mais normal para nós seres humanos imperfeitos. Ao falar em política aqui no site eu ganho admiradores e desafetos, os quais muitos não compreendem bem meus objetivos e minhas ações. Então gostaria de dizer:

Este site é um ato de cidadania, sou um cidadão e quero exercitar ao máximo meu direito de me expressar sobre o que acontece a minha volta. Me expresso e não deixo de colocar minha opinião com anseios e experiências particulares, sou filiado a partido político e movimentos – isso não é segredo, mas aqui sempre procuro o equilíbrio e a justiça, com a intenção de passar uma mensagem clara e leve, as vezes com pitadas de bom humor, mas sempre buscando ser fiel ao que acredito!

Não tenho a intenção de atacar ninguém mas de contribuir, fazer minha parte, propor e levar a reflexão. As pessoas públicas e os políticos devem saber receber as críticas, pois eles são acima de tudo meu e seu representantes, tendo sido escolhidos, ou não, por nós.

Também não estou aqui para lançar minha candidatura a nenhum cargo político, mas sim para mostrar quem sou e meus ideais de vida. Contudo se um dia, no futuro, as pessoas me escolherem para exercer qualquer função pública espero ter coragem para acreditar numa campanha política e condições concretas de fazer um trabalho digno.

Este site é um projeto vitorioso com mais de 6 mil visitas em 3 meses, fico feliz com isso, pois tenho certeza de venho conseguindo que meus artigos e minhas palavras falem em nome de muitas pessoas, dizendo o que elas gostariam de expor.

Jorge Daher

DICAS PARA NAVEGAR NO SITE

Se você deseja se aprofundar em nossos trabalhos e em nossa atuação vale a pena utilizar os recursos do site para conferir as pontagens mais antigas também.

Para isso você pode clicar no INDÍCE, localizado na barra do lado direito da tela, nele as postagens estão divididas por assunto.

Se você quiser ver as postagens por ordem de edição, vá até o final desta página e clique no canto esquerdo em: ITENS ANTERIORES, repetindo esta ação você terá acesso a tudo que já foi publicado aqui.

Boa leitura, e não esqueça de deixar seu comentário, sugestão ou crítica!

A profissionalização política

A política é um ofício porque o político é um profissional da vida pública. Mas não é desta maneira que a sociedade e os próprios políticos concebem a carreira no poder
Já dizia o escritor escocês Robert Louis Stevenson, autor dos clássicos “A Ilha do Tesouro” e “O Médico e o Monstro”:

“A política talvez seja a única profissão em relação a qual se considera que nenhuma formação prévia é necessária.”

A origem do poder Executivo é a monarquia e a do Legislativo, as câmaras de nobres e, mais tarde, também de burgueses. Tais procedências marcaram a política como uma atividade “desinteressada”, “amadora” e um “incômodo” que os bem-nascidos deviam suportar em razão da responsabilidade e da prerrogativa de governar o povo, historicamente atribuídas a eles. Assim, era inconcebível a idéia de gratificar a atividade política. Na época, somente recebiam remuneração fixa e regular os empregados, os subalternos. Um governante e um parlamentar – de extração nobre ou burguesa – não poderiam então ser submetidos a tal constrangimento que, além de desnecessário, era percebido como humilhante.

O primeiro avanço verdadeiramente firme em direção ao tratamento profissional da atividade política ocorreu na Inglaterra, em maio de 1838, durante a primeira fase do Movimento Cartista – ação operária e popular que recebeu este nome porque recolheu 1,2 milhão de assinaturas em favor de uma petição conhecida como “Carta do Povo”. No documento entregue ao parlamento inglês os cartistas reivindicavam cinco pontos:

– Sufrágio universal
– Voto secreto
– Parlamentos anuais
– Justa e adequada remuneração aos parlamentares
– Eliminação dos requisitos de propriedade para ser candidato

A formulação do argumento em favor da remuneração era a seguinte:

“Os trabalhos de um representante eleito que é zeloso no desempenho de seus deveres são numerosos e onerosos. Não é nem justo, nem razoável, nem seguro que eles continuem a ser prestados gratuitamente. Nós reivindicamos que na futura eleição dos membros desta honrada Casa seja destinado a cada um dos representantes eleitos uma justa e adequada remuneração pelo período de tempo em que ele desempenhe suas funções públicas, provida com fundos dos impostos públicos.”

Embora rejeitados pelo parlamento, os princípios da “Carta do Povo” que, na maioria, integraram o ideário das Revoluções Americana e Francesa, terminaram por se impor. O estigma aristocrático das funções de governo e de representação, entretanto, perdurou até os nossos dias. É ele que impede a classificação da atividade política como um ofício, ou carreira, no qual o patrão é o povo – seleciona o ingresso, fixa as promoções e remove das funções pelo exercício livre e soberano de sua vontade expressa no voto.
As conseqüências da concepção que nega à função política o status de carreira profissional são muitas e significativas:

Rebaixa o status do político e das instituições políticas. Não é por acaso que nas pesquisas que medem o grau de confiança da população em diferentes instituições as organizações políticas – partidos, congresso e governo – ocupam as posições mais baixas.
Contribui para operar uma seleção negativa. Muitas pessoas honradas e qualificadas evitam a carreira política para evitar o estigma, enquanto indivíduos menos qualificados moral e profissionalmente são atraídos por ela.
Estimula a superficialidade do político, seu desleixo no aperfeiçoamento e modernização. Como a carreira não é considerada profissional, não há necessidade e nem estímulo para a qualificação, como ocorre nas demais carreiras.
Os resultados dessa superficialidade manifestam-se como ineficiência, irrelevância e distanciamento do político daqueles que o elegeram.
Favorece e legitima a aventura política, o voluntarismo irresponsável. Como a porta de ingresso é o voto, quem é capaz de consegui-lo por qualquer método (demagogia, populismo irresponsável, uso do poder econômico etc) não encontra resistência para chegar ao poder. Nossa cultura política tem baixa imunidade para defender-se do assalto aventureiro e voluntarista ao poder.
Expulsa da política a dimensão de grandeza, de heroísmo, sacrifício, nobreza de intenções, comprometendo assim a própria imagem da democracia.

É fundamental esclarecer que este quadro de conseqüências não deve ser entendido como a descrição da realidade da vida política. Muito ao contrário. É uma das mais nobres vocações a que uma pessoa pode se propor e está repleta de exemplos dignos e edificantes. Tampouco deve-se atribuir tais efeitos exclusivamente à falta de uma concepção profissional da política como carreira pública. Há muitos outros fatores que são tão ou mais importantes para explicar a sua ocorrência.

O fato é que perdura a contradição entre a visão aristocrática – residual, mas em pleno vigor – e a realidade da atividade política, que opera em detrimento da sua imagem constituída. Assumir a função como uma carreira, com as mesmas exigências de atualização e qualificação dos demais ofícios, seguramente contribuirá para elevar a qualidade de nossos representantes, recuperar o prestígio das instituições políticas e, finalmente, aperfeiçoar a democracia.


Francisco Ferraz

http://www.politicaparapoliticos.com.br

JORGE DAHER FOI O ENTREVISTADO DO PROGRAMA BATE PAPO DA TVE

Jorge Daher, presidente do Movimento Consciência e Atitude, foi o entrevistado do dia no programa Bate Papo da TVE, gravado na cidade Brodósqui e que foi ao ar, ao vivo, para toda a região de Ribeirão Preto.

Na entrevista de mais de 40 minutos, Jorge falou da história e das conquistas do Consciência e Atitude , aproveitou a oportunidade para lançar a coleta de assinaturas, encabeçada pela sua ONG, que faz parte do Projeto Ficha Limpa, que pretende reunir 1.3 mi de assinaturas necessárias para enviar o projeto de lei de iniciativa popular ao Congresso, esta lei irá impedir que candidatos com condenações em crimes eleitores, da administração pública e demais crimes graves em primeira instância, ou ainda os que tenham renunciado para escapar da cassação de mandato, possam se candidatar a qualquer cargo público.

Em breve a íntegra da entrevista será disponibilizada aqui no site, aguarde.

Maiores informações sobre a Campanha FICHA LIMPA, acesse:

http://www.lei9840.org.br