OS JOVENS E A POLÍTICA

A cada eleição, a cada escândalo e decepção aumenta o distanciamento dos jovens em relação à política essa constatação é muito triste não só para a próxima eleição como para o futuro de nosso país, pois é em sua juventude que uma nação deposita suas maiores esperanças de transformações futuras, afinal, são os jovens que serão os futuros professores, médicos, advogados e políticos.

Política x Politicagem

Podemos constatar, entretanto, que muitos jovens dizem não gostar de política sem nem mesmo saber o que a política significa. A corrupção, compra de votos, discursos vazios são politicagem, ou seja, são formas de enganar as pessoas – é o poder pelo poder, busca de dinheiro e status. A politicagem é o contrário da política.

O que é política?

Política é o instrumento pelo qual as pessoas administram, definem prioridade e traçam planejamentos para a gestão de uma comunidade. Sendo assim, se o objetivo das pessoas, por meio da política, for a busca do bem comum, a política se torna altamente positiva e uma poderosa forma de transformar a sociedade.

Devemos levar em conta que, para bem ou para mal, a política manda na nossa vida, são os políticos os principais responsáveis pela nossa saúde, educação, moradia, etc.

Mas como mudar?

Se estamos descontentes com os rumos da política em nosso país devemos assumir um postura diferente, acompanhando mais de perto as notícias, procurando ter uma visão crítica e discutindo com nossos amigos, colegas e familiares questões de interesse público. Existem muitas formas de participação como ONGs e partidos políticos.

Com essas ações saímos da omissão e passamos a encarar de frente a responsabilidade de mudar o Brasil, contudo é nas eleições a grande oportunidade de fazer a diferença: votando com consciência!

Como votar?

Votar é um processo onde parte importante é ir às urnas, mas não apenas isso. Para votar bem devemos acompanhar a trajetória dos candidatos antes das eleições, analisar friamente suas propostas e projetos, e o principal, acompanhar os eleitos após as eleições, fiscalizando e cobrando suas promessas.

É dever e direito dos cidadãos votar e participar, e os jovens além disso tem também a missão de se preparar para comandar o Brasil no futuro, fazendo dele um país melhor, mais justo, solidário e verdadeiramente democrático.

Jorge Daher

OPOSIÇÃO, CONSCIÊNCIA E AÇÃO

“Quem se vende, sempre recebe mais do que vale”.

Com a derrota do meu partido nas eleições municipais de 2008, tive o dever-direito de aprender a fazer oposição e aprendi.

Hoje fiscalizo, cobro e crítico – do jeito que oposição tem que fazer. Porém não o faço sistematicamente, pois não torço contra minha cidade. O que é bom para Ribeirão eu apoio, elogio e enalteço. Nada de mais, é nossa obrigação dessa forma. 

Quando, no entanto, vejo coisas que vão contra meus valores morais, éticos ou minha visão política aponto, com a humildade e cidadania, os erros e acertos e exijo uma solução.

Espero assim, estar cumprindo a minha missão de “animal político” que quer o melhor para sua terra.

Mas de toda os desafios de oposicionistas que enfrento, bem a moda quixotesca, dois orgulhos me sobram e me alimentam:

-Jamais ter desrespeitado nenhuma pessoa ou instituição; e

-Não ter me vendido em troca de um cargo-esmola, o qual pagaria com a minha dignidade.

Prefiro ser perseguido, excluído, incompreendido a ter na minha biografia, o histórico de ter negociado cargos e vantagens.

Tais ações, abomináveis e, infelizmente, tão marcantes na política nacional, fatidicamente, são causadoras de corrupção, negociatas escusas e os mensalões de toda ordem.

Mas quando me perguntam se continuarei na política partidária, respondo que sim, com uma condição: permanecer do lado do bem.

Jorge Daher

O QUE VOCÊ ESTÁ ESPERANDO? TIRE O TÍTULO

O que você está esperando para começar a mudar o Brasil? Isso mesmo, o voto é um dos nossos maiores meios de participar da cidadania, de fazer nossa parte.. colocar o nosso tijolonho na  construção do país que queremos.

Na hora do voto todo mundo é igual, do presidente a um jovem de 16 anos que vota pela primeira vez, pobre ou rico, não importa, o voto é o mesmo. E você vai perder esta oportunidade?

Aprender a votar bem, votar com consciência… essa lição pode mudar nosso país!

Até sexta o título pode ser pedido pela internet no site: http://www.tse.gov.br/internet/servicos_eleitor/titulo_net.htm

E até o dia 5 de maio no cartório eleitoral, aqui em Ribeirão fica na Cerqueira Cesar, 333.

Tire seu título não fique fora dessa… Democracia é feita com participação!

Artigos relacionados:

https://jorgedaher.wordpress.com/2009/02/16/os-jovens-e-a-politica/

PSDB DÁ EXEMPLO

Segue nota públicada hoje no Jornal GAZETA DE RIBEIRÃO:

FRASE

“A falta da lei não deve isentar os partidos de dar legenda a quem não presta”

Aloysio Nunes Ferreira (PSDB), pré-candidato a senador.

Traduzindo: O ex-secretário da Casa Civil do governo paulista se referiu à lei da “Ficha Limpa”, em tramitação no Congresso Nacional, e deu um puxão de orelhas nos partidos.

Serra popõe Ministério da Segurança Pública

O pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, assegurou hoje que, se for eleito, irá criar o Ministério da Segurança Pública. Em entrevista ao programa “Brasil Urgente”, apresentado por José Luiz Datena, o tucano cobrou do governo federal um envolvimento maior na área de segurança pública, com destaque ao combate ao crime organizado. “Drogas e armas são a base do crime organizado”, justificou.

De acordo com o tucano, o Ministério da Justiça “não foi feito diretamente” para combater o crime. “O ministro da Justiça tem outras funções. Coisas que são da Justiça devem ficar com a Justiça”, explicou.

Segundo Serra, a luta contra o crime deve ser da responsabilidade de um novo ministério. “Repressão e enfrentamento do crime têm de ser feitos por um ministério especializado”, defendeu, ressaltando que o governo federal necessita de um órgão que “reorganize todo o sistema de segurança do País”.

Serra na Veja

Recomendo a todos a leitura da reportagem sobre José Serra publicada na última edição da revista Veja.

Segue abaixo pequeno trecho:

Serra tem dito que se preparou a vida inteira para este momento. Como ele, o Brasil de 2011 não poderia estar mais maduro para iniciar uma nova fase da sua história. A era pós-Lula, que virá com Serra ou com Dilma, celebrará e colherá os frutos de 25 anos de redemocratização e dezesseis anos de estabilidade monetária. Tem, portanto, todos os elementos para ser uma primavera do desenvolvimento. Com Serra, ela poderá vir com a vantagem adicional da alternância de poder, seiva da democracia, sem a qual se corre o risco de ver vicejar o voluntarismo dos governantes, a corrupção da máquina do estado e o fenecimento das novas ideias. É em busca dessa oxigenação no poder que os tucanos, com Serra à frente, alçaram voo na semana passada. E agora estão voando juntos.

O decálogo do bom governante

O candidato José Serra elencou os dez mandamentos que, segundo ele, devem nortear a atuação de um bom presidente da República

1. Governar desde o primeiro dia Governo não é escola. O governante precisa entender a máquina pública para começar a administrá-la com eficiência logo que assumir o cargo

2. Formar uma boa equipe Levar gente competente para a administração, fixar metas claras e desestimular antagonismos corrosivos entre os membros do governo

3. Hierarquizar os problemas Tentar resolver todos os problemas ao mesmo tempo é impossível. É preciso elencar prioridades

4. Gastar o dinheiro público com austeridade É preciso cortar desperdícios para poder fazer mais investimentos caberem dentro do Orçamento

5. Não atender a indicações políticas Quem escolhe os ministros e os dirigentes das estatais é o presidente, e não os partidos de sua base ou grupos de parlamentares

6. Prestigiar o Legislativo no Orçamento Liberar as boas emendas de parlamentares, sem tratar os opositores como inimigos, nem os aliados como subalternos

7. Cooperar com outras esferas de governo Ninguém deixa de “faturar” politicamente com uma obra por reconhecer a participação de outros políticos que colaboraram com o projeto

8. Saber conciliar interesses Mas também enfrentá-los de maneira explícita e dentro da lei quando o interesse público se sobrepuser

9. Pôr em prática o ativismo estatal Rejeitar a falsa escolha entre o estado paternalista e obeso e o estado da pasmaceira

Revalorizar a produção “Mercado” não pode significar apenas o mercado financeiro internacional. É preciso ouvir todos os mercados, incluindo o agrícola, o industrial e o de serviços.

Reportagem na Veja on line: http://veja.abril.com.br/210410/com-casa-ordem-serra-vai-luta-p-062.shtml