Vagas de Emprego Ribeirão Preto

Empresa busca gerente de loja e atendentes de vendas

Contratados terão planos médico e odontológico. Saiba como se candidatar a uma das vagas.

A empresa Allis de recrutamento profissional está buscando profissionais para preencher nove vagas de emprego, sendo oito para atendente de vendas e uma para gerente de loja, em Ribeirão Preto. Os interessados devem enviar currículo para o e-mail danielle.ribeiro@allis.com.br colocando o nome da vaga no assunto. Confira todos os detalhes das vagas: Atendente de vendas – Rede de Supermercados (8 vagas) Para atuar na captação de clientes dentro e fora das lojas, no atendimento de clientes e efetuando vendas de cartões e consignados. Os interessados devem ter ensino médio completo. Salário: R$ 748 + vale-transporte + vale refeição + assistência médica e odontológica entre outros. Horário: 13h45 às 21h30 Gerente de loja (01 vaga – Shopping) Para atuar com gerenciamento de equipe (foco em desenvolvimento de pessoas, motivação e distribuições de metas), responsável pela parte operacional da loja (relatórios, admissões, desligamentos, vendas, visual merchandising, recebimento de produtos, estoque e contabilidade) . Os interessados devem ter disponibilidade de horário, ensino superior completo ou cursando último ano (desejável Administração, Marketing e área de negócios), experiência em cargos de liderança, gestão de equipe e domínio das ferramentas Office. Salário: a combinar Benefícios: vale-transporte + vale refeição + vale alimentação + plano médico e odontológico

Agência tem 13 vagas para o comércio em Ribeirão Preto Interessados devem enviar currículo por e-mail. É necessário experiência na função.

A empresa Valores Humanos Gestão de Pessoas está buscando profissionais para vagas efetivas para a função de vendedor e operador de caixa para atuar em Ribeirão Preto (SP). Os interessados devem enviar currículo para o e-mail vagas@valoreshumanosrh.com.br ou o entregar pessoalmente na Rua Florência de Abreu, 681, 9º andar, sala 900, Centro. Confira os detalhes das oportunidades: Vendedor – 10 vagas Com experiência no comércio varejista e que se interesse por moda. Salário: piso salarial + comissão + horas extras Horário de trabalho: Segunda-feira a sábado, horário comercial Operador de caixa – 03 vagas Com experiência comprovada na função. Salário: piso salarial + comissão + horas extras Horário de trabalho: Segunda-feira a sábado, em horário comercial

Cacau Show abre 3.375 vagas temporárias para Páscoa em todo o país

Cargos são de vendedor e atendente de loja. Candidato deve ter 2º grau completo e experiência em vendas.

A Cacau Show anunciou que abrirá de 3.375 vagas temporárias nas 1.125 lojas da rede localizadas em todo o Brasil para a demanda de Páscoa. O início do trabalho é somente em março, mas o processo seletivo começa em fevereiro. Com vagas para vendedor e atendente de loja, os contratados que se destacarem poderão ainda ser efetivados após a experiência, ou serem convidados em uma próxima oportunidade de alta demanda, como o Dia dos Namorados. Somente no estado de São Paulo, serão quase 1.310 vagas, das quais 470 na capital. Os candidatos devem ter 18 anos ou mais, possuir segundo grau completo e experiência em vendas. Os interessados devem apresentar o currículo na loja mais próxima de sua residência ou cadastrá-lo no site http://www.cacaushow.com.br.

Convites para atividades de cidadania neste final de semana


Amigos,
Estarei prestigiando duas importantes iniciativas neste final de semana, quem tiver disponibilidade não deixe de participar!

– SÁBADO 28/01 – Adesivagem contra o aumento do número de vereadores (Organizado pela ACI, FIESP, MAÇONARIA, ROTARY e MOVIMENTO POR UMA RIBEIRÃO MELHOR) local: Cruzamento da Av. Pres. Vargas c/ João Fiusa, Horário: 09 horas.

– DOMINGO 29/01 – Conscientização sobre os riscos da associação de álcool e direção e um trânsito melhor (Organizado pelo programa TEIA VIVA) local: Parque Raya, Horário: 09 horas.

Agenda do PSDB em fevereiro

– Dia 03 (Sexta): Reunião Especial da Juventude do PSDB com palestra sobre Administração Pública e Municipalismo – com o Deputado Gasparini.
Horário: 20 horas
Local: R. Laguna 1152 – Jd. Paulista (Sede do PSDB)

– Dia 04 (Sábado): Reunião do PSDB com os Pré-candidatos a Vereador, Diretório e Deputados.

Horário: 09 horas
Local: Rua Lafaiete, 394 – Centro (SINCOVARP)

Contamos com você!

A presença de cada amigo é essencial para nós!

2012 é o ano da mudança…

Quebrando o paradigma do álcool

Pessoal, segue trechinho de palestra sobre liderança, ontem a noite, onde falo da quebra de paradigmas durante a 4ª Capacitação do programa TEIA VIVA gravado pela Carol Stela.

Vale muito a pena conhecer e participar deste projeto que tem como objetivo a formação e monitoramente de voluntários, com ênfase na população jovem (15 a 25 anos), que criará e desenvolverá projetos e ações para mobilização e conscientização da comunidade, com foco na conduta segura e preventiva no trânsito e o consumo responsável de bebidas alcoólicas.

Aécio Neves (Matéria Revista ALFA Dez/10)

Bom de governo, campeão de votos, sem medo de viver a vida — e pronto para uma nova campanha

Nem Belo Horizonte nem Rio de Janeiro. Aécio Neves está em Fortaleza, em frente a um coqueiro, quando é surpreendido pelo estudante de cinema Ciro Saboya Gomes. Com uma câmera de vídeo ligada, o fiho do deputado Ciro Gomes e da senadora Patrícia Saboya pergunta à queima-roupa: “Se o senhor estivesse numa ilha deserta e tivesse de escolher entre uma mulher, um bote para sair da ilha ou um queijo, o que escolheria?”. Entre tímido e desconfiado, Aécio leva a mão direita ao rosto e segura com firmeza o maxilar, como se o queixo estivesse a ponto de despencar no chão (um cacoete que desponta quando ele está nervoso ou entediado). A resposta demora 3 segundos para aparecer. Qual terá sido a escolha de Aécio?

Quando essa pergunta foi feita, em 2008, Aécio era governador de Minas em segundo mandato e lançava seu nome à Presidência da República. A decisão do integrante mais original do ninho tucano é a chave para decifrar esse homem de múltiplas faces e desejos. Sua resposta não é simples, como tudo que vem das montanhas das Gerais. Se Minas são muitas, como diz o poeta, Aécio também são vários.

Quando ele nasceu, em março de 1960, dada a vocação da família, não houve festa, mas sim comício. Seu avô por parte de pai era Tristão da Cunha, intelectual refinado que traduzia Shakespeare e ensinava alemão, sem nenhum prejuízo da militância política (foi deputado federal por quatro mandatos e colaborador de Juscelino Kubitschek). O pai de Aécio Neves, Aécio Cunha, que morreu em outubro, aos 83 anos, foi deputado estadual e federal. E, por fim, o avô materno de Aécio Neves era Tancredo Neves.

Senador eleito com 7,6 milhões de votos e peça fundamental na eleição presidencial deste ano, Aécio subiu no bote da política, meio sem querer, em 1981. Naquele ano, na noite de Natal, Tancredo chamou num canto o neto, então com 21 anos, e lhe disse: “Você não quer largar a vida de surfista e conhecer direito a sua terra?” Nascido na capital mineira, Aécio se mudara para o Rio aos 10 anos, com a família. Já naquela época, era um híbrido de belo-horizontino e carioca — torcia doentiamente pelo Cruzeiro (como ainda torce até hoje), mas pegava onda no Arpoador; puxava o “s” (como discretamente ainda o faz) e passava férias em São João del Rei, terra de
Tancredo.

Quando Aécio foi intimado pelo avô a voltar à capital mineira para engajar-se em sua campanha para o governo de Minas, sua vocação ainda não havia se revelado. Frequentava as aulas do curso de economia e gostava de pôr uma mochila nas costas e sair pelo Brasil. Em dois anos, Tancredo conquistou o governo do estado, esculpiu o movimento das Diretas Já, negociou o fim da ditadura militar e articulou a onda cívico popular que o levaria à Presidência da República.

Entre uma coisa e outra, enquadrou Aécio Neves com o rigor de um general e a docilidade de um avô apaixonado. Aécio teve de aprender na marra, por exemplo, que em reuniões de trabalho ele não teria assento à mesa se não estivesse usando uma gravata (certa vez, Tancredo fez um garçom do Palácio da Liberdade, sede do governo mineiro, ceder a peça ao neto). Noutra ocasião, com o argumento de que Aécio precisava aprender a cumprir horários, Tancredo mandou o piloto de um avião fretado levantar voo sem o neto, apesar de este já estar a poucos metros da aeronave.

Com a eleição de Tancredo ao governo de Minas, em 1983, Aécio foi promovido a secretário particular do avô. Entre broncas homéricas e lições sutis, o aprendiz cumpria com destreza todas as missões. Tancredo pôs o neto na linha, mas não fez milagre. Vez por outra, para desespero do avô, Aécio aparecia num comício montado numa moto. “Ele não prejudicou sua juventude”, diz o ex-presidente José Sarney.

“Tancredo sabia ler almas. Ele viu o peixe e o jogou na água”, defende um dos assessores mais próximos de Tancredo, o economista, jornalista e historiador Ronaldo Costa Couto. De fato, já no começo das articulações que culminaram no movimento das Diretas Já, Tancredo colocou o neto para ouvir as conversas que mantinha com generais quatro estrelas, líderes nacionais e internacionais e grandes empresários do país. “Em 1984, ele começou a apostar em mim”, reconheceu Aécio para ALFA. “Eu era um espectador privilegiado.” Na época, um jornalista que cobria o Palácio da Liberdade percebeu as intenções ocultas de Tancredo e, numa conversa informal, perguntou ao governador por que ele investia tanto no neto que era, aparentemente, o menos vocacionado para a política. “Porque Aécio tem estrela”, teria respondido Tancredo.

Como retorno à aposta do avô, Aecinho, como era conhecido, jogou seu entusiasmo nas Diretas Já e, depois, malograda a tentativa de reinstituir o voto direto para presidente naquele ano, trabalhou dia e noite na campanha de Tancredo no Colégio Eleitoral. Entre um comício e outro, teve um relacionamento discreto com a atriz Maitê Proença, militante das Diretas Já que, aos 26 anos, encantava no papel da Marquesa de Santos na minissérie de mesmo nome da extinta TV Manchete. (Questionada por ALFA sobre o episódio, Maitê sorriu e desconversou: “Não consigo me lembrar…”)

No dia 15  de janeiro de 1985, quando Tancredo discursou no Congresso como presidente eleito, a 1 metro e meio dele, com o cenho franzido e mordendo o lábio inferior, estava Aécio Neves. Era um menino de 24anos dentro de um terno.

E veio então a tragédia. Horas antes de tomar posse, quando assistia a uma missa em Brasília, Tancredo sentiu-se mal e foi hospitalizado. Ainda no início da doença, mesmo trêmulo e com dores, o avô chamou o neto-secretário e pediu-lhe que trouxesse os atos de nomeação dos ministros, os quais, talvez o presidente eleito já desconfiasse, não veria empossados. Entre os papéis que Aecinho levou a Tancredo estava um que o nomeava secretário particular do presidente da República. Morria Tancredo. Para o público, nascia Aécio. Naqueles dias, com o país parado em frente à TV, Aécio se transformou numa espécie de porta-voz da família. Era ele quem falava com os repórteres na porta dos hospitais, sempre com a expressão carregada de dor. Assim, Aécio rapidamente se tornou conhecido e amado em todo o país.

Duas décadas e meia depois, seguindo os passos de Tancredo, Aécio Neves experimenta hoje, aos 50 anos, seus dias de estrela da política nacional. “Com grande talento, ele multiplicou a herança política que recebeu”, afirma Sarney, o vice que substituiu Tancredo. Na eleição presidencial de, digamos, 2026, o mineiro terá 66 anos, enquanto seus principais aliados e oponentes da atualidade dificilmente estarão no páreo. Os tucanos Tasso Jereissati, José Serra e Fernando Henrique Cardoso terão, respectivamente, 78, 84 e 95 anos. Lula estará na casa dos 81 anos, e a presidenta eleita, Dilma Rousseff, na dos 79. “O tempo é muito importante na política, e Aécio é um exímio jogador com o tempo”, explica seu principal articulador político em Minas, Danilo de Castro.

O tempo que sobra ao tucano mineiro é o mesmo que esmaga seu colega José Serra, derrotado na disputa presidencial. Em sua segunda e provavelmente última tentativa de chegar ao Palácio do Planalto, Serra precisava dos votos que Aécio poderia lhe transferir em Minas. Em abril, Aécio foi a grande estrela do lançamento da campanha presidencial de Serra, em Brasília. Em maio, o mineiro se mandou para a Itália, onde alugou um carro e passou 25 dias flanando nas aldeias da Toscana e da Costa Amalfitana. Enquanto Aécio vivia na Europa seus dias de “easy rider” (definição do próprio), no Brasil o PSDB e Serra ficaram paralisados à espera do curinga da eleição presidencial. Ao retornar, Aécio não cedeu aos inúmeros apelos para que fosse vice na chapa de Serra.

Nos quase 90 dias do primeiro turno da eleição, Aécio usou todo o seu prestígio para eleger seus candidatos em Minas — Antonio Anastasia (PSDB) e Itamar Franco (PPS), respectivamente governador e segundo senador. No segundo turno, dedicou mais tempo à campanha presidencial. Serra, como se sabe, perdeu a eleição, inclusive em Minas. Aécio desponta como o principal líder da oposição ao PT. Se chegar ao Palácio do Planalto, “o protocolo vai dançar um pouco”, aposta Maitê Proença, ainda hoje uma amiga próxima. “Ele faz política com eficiência e alegria”, atesta Ronaldo Costa Couto, que também conviveu com Juscelino. Maitê Proença concorda. “Aécio tem um hedonismo que encanta. Ele namora, sai de noite, não é o tipo de cara que fica na poltrona de casa vendo Discovery Channel. Ele vai e sobe o Himalaia”, diz ela.

Não consta que Aécio Neves tenha escalado a cadeia montanhosa mais alta do mundo, mas recentemente ele se meteu numa aventura bem ao gosto do ex- presidente Juscelino. Poucos meses antes de deixar o governo, aboletou-se numa velha Brasília com alguns amigos e, de noite, refez um trajeto da juventude: 160 esburacados quilômetros de Cláudio (município mineiro onde sua família tem fazenda) a São João del Rei, relembrando os tempos em que era um legítimo representante da “Turma da Kibon”, um ajuntamento de garotos descolados, filhos da elite, que ficava na calçada da Avenida Tiradentes jogando conversa fora e organizando baladas. “Todo mundo teve 18 anos…” diz Aécio. “Ah, experimentou um baseado com 18 anos? Sim. E ponto-final.”

Aécio leva a sério o projeto de cruzar todo o litoral brasileiro de moto, uma de suas paixões. “Eu e um grupo de amigos já fizemos 2600 quilômetros de areia, passando por lugares como Lençóis Maranhenses e Santa Catarina”, conta. E logo em seguida emenda o bordão que tomou emprestado da escritora americana Gertrude Stein: “A alegria é a coisa mais séria da vida”. É tamanha a felicidade de Aécio que de fato, em alguns momentos, ela chega a incomodar — literalmente. Neste ano, num café da manhã de trabalho com José Serra, ao adentrar no recinto, esfuziante e todo sorrisos, o mineiro ouviu do paulista: “Como você pode ser tão bem-humorado assim, a esta hora?” Em março, num almoço em Belo Horizonte, Aécio organizou os lugares à mesa de modo que os arquidesafetos Ciro Gomes e José Serra (mais uma vez, ele) ficassem praticamente frente à frente. Depois, ligou para amigos para contar a troça que tinha feito.

Ele pode passar o dia trocando segredos com Lula, confabulando estratégias com FHC e medindo forças com José Serra. Terminado o expediente, muda a chave, esquece a política e é capaz de passar a noite inteira conversando com o apresentador de TV Luciano Huck (dono da casa em Angra dos Reis onde Aécio costuma descansar), o jogador Ronaldo, o dublê de empresário e jurado do programa Ídolos Luiz André Calainho, o cantor Fagner, o empresário da noite Alexandre Accioly ou o sambista Martinho da Vila. Quando está curtindo a vida noturna no Rio, Aécio prefere andar de táxi para ficar mais à vontade. Aprecia o Rio Scenarium, animada casa de MPB na Lapa, e pode ser visto nos shows do Pier Mauá, no Bar Bracarense e nos restaurantes Gero, Mian Mian e Aprazível.

Há quem pegue no pé de Aécio porque ele gosta da vida boêmia do Rio ou o reprima por causa de suas muitas e valiosas conquistas amorosas. Mas o homem é divorciado, e há mais de uma década. Ademais, a julgar por seus índices de aprovação (pouco antes de deixar o governo, 75% da população do estado considerava seu desempenho bom ou ótimo), ele não tem por que se preocupar. Pesquisas qualitativas recentes a que ALFA teve acesso indicam que seu estilo de vida — o real e o que habita a fantasia das pessoas — não lhe traz prejuízos eleitorais no estado. “No fundo, todo mineiro quer ser meio carioca e, por isso, se realiza na figura do Aécio”, comenta um executivo de um instituto de pesquisas.

Dito isso, a esta altura não faltará quem conclua que, na pegadinha da ilha deserta, Aécio Neves abriu mão do queijo e do bote e escolheu ficar com a mulher na praia. Nesse campo, seu rol de conquistas recentes é de fato admirável — a atriz Ana Paula Arosio, a jornalista Cynthia Howlett (sua maior paixão depois da ex-mulher, Andrea Falcão, com quem foi casado por dez anos), a dentista Michele Bahiense, a estudante Luciana Milhomens, a ex-Miss Brasil Natália Guimarães, as modelos Ana Luiza Castro, Martha Graeff, Michele Pin e Letícia Weber (esta última, atual namorada, tem as iniciais “A” e “N” tatuadas atrás da orelha direita). São mulheres lindas, todas elas. A maioria com cabelos longos e lisos, rosto perfeito e no mínimo 15 anos menos (no caso de Natália, 25).

Quem analisa por partes o rosto do político mineiro vê que, do ponto de vista técnico, ele não é exatamente um modelo clássico de beleza. Aécio, contudo, sabe usar seu charme. O sorriso cativante ajuda, assim como o bronzeado indiano e os ombros largos. Mas o segredo está nos olhos castanhos escuros, que miram o alvo de uma maneira perturbadora, como já definiram alguns desses alvos. Sem contar o poder, claro.

Quando recebeu a reportagem de ALFA em seu apartamento em Belo Horizonte, estava vestido com seu uniforme de recreio: calça e camisa jeans no mesmo tom de azul e mocassins marrons, sem meias. Refestelado num confortável sofá, tendo sobre sua cabeça um quadro de Carlos Bracher que retrata a Praça dos Três Poderes, em Brasília, Aécio ofereceu café. Mas, com a curiosidade de quem pertence a uma família produtora de cachaça, quis saber se o repórter gostava de aguardente (sim, ambos gostamos). Ele fala com fôlego de radialista de futebol. Enquanto fala, fala e fala, empregados e assessores parecem prender a respiração para não atrapalhar o chefe.

Com 27 anos ininterruptos de vida pública (além do período com Tancredo, ele foi diretor de loterias da Caixa Econômica Federal, deputado federal por quatro mandatos, presidente da Câmara e governador reeleito), Aécio se apresenta como o ex-governador que introduziu, no setor público, parâmetros de gestão de qualidade típicos da iniciativa privada. Exigiu eficiência, premiou o cumprimento de metas, equilibrou as finanças, enxugou a máquina e reduziu o salário do primeiro escalão (inclusive o próprio soldo, que passou de 19500 reais para 10500).

Em sua gestão à frente do estado, os eventos oficiais se transformaram em superproduções planejadas para oferecer imagens de Aécio embaladas por emoção. Um exemplo: a cerimônia de posse no segundo mandato, em janeiro de 2007, foi dirigida por Paulo Pederneiras, diretor artístico do Corpo, uma das companhias de dança mais conceituadas do mundo. Tendo ao fundo uma bandeira de Minas gigantesca (10 X 10 metros), palmeiras imperiais enfaixadas com gaze branca nas duas laterais e, sob os pés, um tapete vermelho posto sobre uma grossa cama de serragem, Aécio Neves atravessou a pé — e ao som de sinos — os 200 metros da Alameda Travessia, na Praça da Liberdade, até chegar ao palácio. A cenografia foi devidamente filmada.

Nos quase oito anos em que o neto de Tancredo ocupou o Palácio da Liberdade, o tradicional setor de cerimonial do governo (com suas festas mixurucas e seus canapés sem graça) acabou em segundo plano. Quem mandou no pedaço foi uma equipe criativa e competente denominada genericamente de “eventos”. Essa turma é comandada por Andrea Neves — irmã mais velha, braço direito e esquerdo de Aécio, que ajudou a transformar o chefe em popstar.

Um de seus lados menos conhecidos é o de fazendeiro. Com o mesmo entusiasmo com que se joga nas baladas do Rio, o mineiro se enfurna na Fazenda da Mata, propriedade de sua família desde 1867, no município de Cláudio (a 250 quilômetros de Belo Horizonte). Lá, nas noites de lua cheia, paramentado com botina e chapéu, ele participa de cavalgadas num cavalo branco. De noite, à beira de uma fogueira, também costuma reunir amigos e primos para tomar uns tragos da cachaça Mathusalém, fabricada no alambique da família, e cantar modas de viola (“Ele acha que canta bem”, revela um parente próximo). “A gente se diverte”, resume Aécio, entoando seu mantra. Em Cláudio, todos ainda o chamam de Cunha, o sobrenome paterno.

A caipirice de Aécio não se resume à sua faceta rural. Só há poucos meses ele se aventurou a dar os primeiros passos na internet. “Sou primário ainda”, confessa. Mas, com orgulho, revela que já aprendeu a receber e a “passar” e-mail sozinho, mas apenas pelo computador — até agora, celular serve apenas para fazer e receber chamadas. “Estou com um iPhone, mas sem coragem de enfrentar. Vou acabar chegando lá.”

Mesmo morando em Belo Horizonte, monitora, no Rio, a filha única, Gabriela, 18 anos (uma morena bonita, de sorriso aberto e covinhas iguais aos do pai). “Ela é serena…”, começa explicando Aécio antes de justificar o motivo de sua preocupação: “…mas está na fase de sair de noite”. Quando a filha está sob sua órbita, Aécio quer saber aonde ela vai e com quem vai. E ele é jogo duro. “Se marco para voltar às 2 horas da manhã, é 2 horas. Se marco 3 horas, é 3 horas.”

Ok, agora a resposta à pegadinha da ilha deserta. Com um sorriso maroto, mostrando as tais covinhas, Aécio, como um bom mineiro, devolveu a pergunta. “Não dá para botar a mulher dentro do bote e a gente ir comendo o queijo, remando?”

Aécio Neves quer tudo.

O raio X de Aécio

Idade: 50 anos
Altura: 1,79 metro
Peso: 79 quilos
Exercício físico: Academia três vezes por semana, com personal trainer, e futebol society uma vez por semana
Estado civil: Divorciado
Filha: Gabriela, 18 anos
Formação: Economista formado pela PUC Minas
Perfume: Issey Miyake
Desodorante: Qualquer um sem perfume
Pós-barba: Issey Miyake
Prato frequente: Quando está em sua fazenda, frango com quiabo. No dia a dia, uma dieta balanceada, com muito peixe
Prazer: Uma vez por semana, vai com amigos a um restaurante de comida japonesa. Em Belo Horizonte, seu preferido é o Key, no bairro de Lourdes
Meios de transporte: Land Rover Discovery, ano 2002, e moto Honda CRF 250 (Trail)
Casa: Em Belo Horizonte, um apartamento no Anchieta, bairro nobre da cidade. No Rio, apartamento no Jardim de Alah
Relógio: Swatch. “Eu tenho três. Cada um custou uns 150 dólares”
Músicos e bandas: Brasileiro, Renato Teixeira. Internacionais, Rolling Stones e Crosby, Stills, Nash & Young
Bebida: Uísque, no geral. Na fazenda: cachaça
Livro: Está relendo a biografi a de Abraham Lincoln, de Gore Vidal
Se não fosse político, seria: Advogado. “Eu gosto do embate”

Banco do Brasil abre inscrições de concurso público de escriturário

Candidatos podem fazer a inscrição a partir de segunda-feira

O Banco do Brasil abre na segunda-feira (23) as inscrições para o concurso público para vagas de cadastro reserva do cargo de escriturário com salários de R$ 1.408. As oportunidade são para os estados de Alagoas, Bahia, Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais (exceto para as cidades constantes do anexo I do edital), Pará, São Paulo e Tocantins.

Inscrições
As inscrições pela internet serão de 23 de janeiro a 14 de fevereiro de 2012 às 23h59 pelo Horário de Brasília. A taxa de inscrição será de R$ 42.

Edital:http://www.cesgranrio.org.br/pdf/bb0112/bb0112_edital.pdf

Fonte:http://eptv.globo.com/campinas/empregos/NOT,1,1,389554,Banco+do+Brasil+abre+inscricoes+de+concurso+publico+de+escriturario.aspx

Vagas de Emprego em Ribeirão Preto

PESSOAL NOVAS OFERTAS DE EMPREGO

Empresa no setor de teleatendimento contrata:

Estamos selecionando profissionais para atuar como Tele atendente,

em parceria com empresa no segmento de call Center
Requisitos:
Ensino médio completo cursado, informática básica.
Idade mínima 18 anos não e necessário experiência, admitisse primeiro emprego para realizar atendimento e respectiva cobrança.
Oferecemos salário fixo acima do piso +VT + VR + auxilio creche + descontos em farmácia + participação nos lucros da empresa + plano de carreira.
Interessados enviar currículo para vagas@support-ass.com.br
Rua: Itapira 790( próximo a avenida 13 de maio) Jardim Paulistano. Telefone: 21024100.