Alckmin lança a pré-candidatura de novas lideranças do PSDB


Na tarde do último sábado, dia 02, na sede do Diretório Estadual do PSDB em São Paulo, foi realizado o lançamento das pré-candidaturas jovens do PSDB no estado, com mais de 800 pessoas e a presença do governador Geraldo Alckmin, do presidente estadual da JPSDB Paulo Mathias e de Jorge Daher, presidente da JPSDB Ribeirão Preto que representou o deputado federal Duarte Nogueira.
O governador desejou sorte aos pré-candidatos e pediu para que eles sempre utilizem a política como uma forma de servir as pessoas.

Otávio Silveira Neto, Boanerges Panão (mestre de cerimônias) e Jorge Daher.

Otávio, Carol Stela, Daher, Paulo Mathias (presidente da JPSDB/SP) e Raphael.

Deputada Federal Bruna Furlan e Daher.

Dia histórico: Ribeirão ganha Parque Tecnológico

Ontem com o lançamento do edital de licitação da construção do Parque Tecnológico de Ribeirão Preto, nossa cidade que atualmente é polo de prestação de serviços terá a chance de se firmar também como um centro de excelência na produção de equipamentos médico-hospitalares, biotecnologia, fármacos, cosméticos, bioenergia e tecnologia da informação e comunicação. É uma nova vocação econômica para nossa cidade, vocação está apta a leva-la definitivamente ao desenvolvimento social e estrutural.

Parabenizo e agradeço ao ex-prefeito Welson Gasparini que foi o primeiro a vislumbrar este projeto, ao ex-governador Alberto Goldman que assinou o protocolo de intenções em 2008 juntamente com Gasparini e a reitora da USP à época; a prefeita Dárcy Vera que deu segmento ao projeto em sua administração e ao governador Geraldo Alckmin que esta dando início a construção.

Mais informações do site do Governo do Estado de São Paulo:

O governador Geraldo Alckmin lançou nesta quarta-feira, 15, o edital de licitação para obras no Parque Tecnológico de Ribeirão Preto. A intervenção prevê a construção dos dois blocos de edifícios, correspondentes ao Centro de Desenvolvimento e Inovação Aplicada em Equipamentos Médico-Hospitalares e Odontológicos (CEDIMA) e à Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (SUPERA).

“O parque é dentro do campus da USP, é um dos maiores campi da universidade, com 5,6 milhões de m². Então não há dúvida de que ele vai atrair muitas empresas para fazer pesquisa, inovação e crescer em Ribeirão Preto, além de dar oportunidade às pequenas empresas, através da incubadora”, afirmou o governador.

O total de investimentos previstos é de R$ 11,2 milhões. Esses recursos provêm da SDECT e USP. A Prefeitura Municipal de Ribeirão Preto ficará responsável pela infraestrutura de acesso, água, esgoto e outros serviços públicos. O secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia, Paulo Alexandre Barbosa e o reitor da Universidade de São Paulo (USP), João Grandino Rodas, também participaram do evento.

Sobre o Parque Tecnológico de Ribeirão Preto

A vocação é direcionada a equipamentos médico-hospitalares, biotecnologia, fármacos, cosméticos, bioenergia e tecnologia da informação e comunicação (TIC). Ele é instalado em um terreno de 300 mil m² dentro do campus da USP – que compreende uma área total de 5 milhões de m², no bairro Monte Alegre.

“As empresas que forem para o parque tecnológico terão incentivo de crédito, incentivo fiscal, de retirada de carga tributária, e utilização de créditos de ICMS para os investimentos. A vocação do parque tecnológico de Ribeirão será voltada à biotecnologia, às indústrias farmacêutica, química, de medicamentos, hospitalar, odontológica, médica, além da área de tecnologia de informação e comunicação, enfim, um leque muito grande”, enumerou o governador.

Entre os objetivos da iniciativa estão: o fortalecimento da indústria local de equipamentos médicos, hospitalares e odontológicos (EMHO); a atração de empresas e o estímulo ao surgimento de start ups, na área de Biotecnologia; o  fortalecimento das indústrias locais e outras relacionadas às áreas de pesquisa das universidades e institutos da região; o incentivo para a criação de novas empresas de base tecnológica; o fornecimento de soluções científicas e tecnológicas nas áreas de Saúde, Biotecnologia e TIC e promoção do crescimento do setor produtivo local e do desenvolvimento econômico regional.

Além do núcleo administrativo, centro empresarial, escola de formação tecnológica, laboratórios da Usp e de outras universidades da região, o Parque contará com três espaços prioritários. Entre eles: Centro de Desenvolvimento e Inovação Aplicada em Equipamentos Médico-Hospitalares e Odontológicos (CEDINA) – oferecerá infraestrutura, serviços técnicos, tecnológicos e de capacitação específicos para áreas de equipamentos médico-hospitalares (incluindo certificação), biotecnologia, fármacos, medicamentos e cosméticos, o que o torna único no Brasil.

A Incubadora de Empresas de Base Tecnológica (SUPERA) visa a criação, desenvolvimento e aprimoramento de micro e pequenas empresas de base tecnológica, desde a prospecção de projetos até a graduação de negócios. A incubadora recebeu da ANPROTEC o prêmio pelo Melhor Projeto de Promoção da Cultura do Empreendedorismo Inovador de 2007 e o prêmio de Melhor Incubadora do Sudeste em 2010.

Para a instalação de empresas, será cedida área por instrumento contratual, a título oneroso e por prazo determinado.

Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec)

Criado em 2003, o SPTec oferece apoio e suporte aos parques tecnológicos, com o objetivo de atrair investimentos e gerar novas empresas intensivas em conhecimento ou de base tecnológica, que promovam o desenvolvimento econômico, científico e sustentável do Estado. De 2003 a 2010, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia (SDECT) repassou mais de R$ 53 milhões na realização de obras e estudos para a implantação de parques tecnológicos. Em 2011, os cinco convênios firmados totalizaram mais de R$ 24,3 milhões.

No Estado de São Paulo existem 30 iniciativas para implantação de Parques tecnológicos. Dessas 11 em discussão e 19 já credenciadas no SPTec, sendo uma com credenciamento definitivo: Parque Tecnológico de São José dos Campos e outras 18 com credenciamento provisório: Araçatuba, Barretos, Botucatu, Campinas (três iniciativas: Polo de Pesquisa e Inovação da Unicamp, CPqD e CTI-TEC), Ilha Solteira, Mackenzie-Tamboré, Piracicaba, Ribeirão Preto, Santo André, Santos,  ParqTec São Carlos, EcoTecnológico Damha São Carlos , São José do Rio Preto, São Paulo (duas iniciativas: Jaguaré e Zona Leste) e Sorocaba.

Estado entrega 250 moradias em Ribeirão Preto e anuncia investimentos

Prestigiei nesta quarta-feira, 28, a entrega de 250 imóveis pelo governador Geraldo Alckmin, da Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), em Ribeirão Preto.

Os investimentos na construção das moradias somaram R$ 18,8 milhões. Ação faz parte da liberação de 735 moradias à população na região. Na ocasião o governador também entregou 3 viaturas à Polícia Militar, que irão reforçar o patrulhamento nas cidades de Araraquara, Ribeirão Preto e Serra Azul. Foram R$ 218,7 mil investidos na compra e equipamento dos veículos.

Além disso o governador anunciou diversas ações para nossa cidade entre elas:

– R$ 10 milhões para reforma da ETEC
– R$ 30 milhões para obras do viaduto da Av. Henry Nestlé que começarão dia 02 de janeiro
– 130 novos Policiais Militares
– Obras de melhoria no trevo da Av. Castelo Branco

Na ocasião também foi entregue o Condomínio Vila Dignidade, destinado a idosos; a Companhia investiu R$ 2,4 milhões no empreendimento. Na foto: Alckmin e o deputado federal Duarte Nogueira.
03 novas viaturas da PM com as casas do Jardim Paulo Gomes Romeu ao fundo.


ENTREVISTA DE ALCKMIN AO ESTADÃO

A mudança mais visível no gabinete do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), em relação à gestão de seus antecessores diretos no Palácio dos Bandeirantes – José Serra e Alberto Goldman – foi a instalação de um retrato pintado a óleo por Antonio Rocco, na década de 1910, com a imagem de Rodrigues Alves sentado em frente à sua mesa de trabalho. Alves, nascido em Guaratinguetá (SP), terra natal da família de Alckmin, foi o último paulista a assumir a Presidência, em 1902.

O tucano diverte-se ao contar a história do ex-governador e ex-presidente, mas se esquiva sobre a disputa presidencial de 2014 e sobre tentar novamente ser o próximo paulista depois de Alves no comando do País (Fernando Henrique Cardoso nasceu no Rio). Até lá, no entanto, Alckmin enfocará a “questão social” em sua gestão, na busca de uma “marca” do PSDB na área historicamente dominada pelo PT.

Seu novo foco tenta afastar as derrotas do PSDB para o PT nas disputas pela Presidência em 2002 com José Serra, dele próprio em 2006 e novamente em 2010 com Serra, nas quais o discurso social de Luiz Inácio Lula da Silva fez a diferença.

Alckmin diz que seu partido deve fazer uma “oposição diferenciada” a Dilma Rousseff, esquadrinhando área por área o governo federal. Porém, recém-empossado à frente do Estado mais rico da União pela terceira vez (já governou em 2001-2002 e 2003-2006), diz que será um “colaborador” da nova presidente. “Quem é governo é para governar e não para fazer oposição.”

Após 16 anos de PSDB no Estado, o que esperar de novo?

Os princípios e valores não mudam. Esses são permanentes. Vêm desde o Mário Covas. A austeridade, a transparência, a eficiência, a prioridade ao social. O programa, este sim, muda, porque estamos em um novo momento. E eu destacaria a absoluta questão no foco no ser humano, na questão social.

O sr. iniciou o governo com corte de gastos. A máquina não está ajustada?

Eu recebi um governo em boa situação financeira, bem ajustado. O José Serra (2007-2006) fez uma grande gestão em São Paulo e quero manter o mesmo nível de investimento, que foi alto.

O Orçamento mostrou uma queda de 6,5% nos investimentos para 2011.

Porque foram vendidos ativos nestes últimos anos de R$ 16 bilhões. Não tem ativos para vender. Para manter o investimento elevado que nós queremos manter, temos de trabalhar pelo lado da despesa, procurando fazer um ajuste. Esse é um trabalho interminável.

O sr. rechaçou o termo “auditoria” e disse que não haverá revisão de contratos. Mas secretários disseram que farão revisões.

Não tem nenhuma auditoria. Vamos procurar permanentemente ter uma aplicação do recurso público. O governo gasta R$ 135 milhões de aluguel por ano. E alguns aluguéis em áreas onde o valor é mais alto. O que eu fiz quando fui governador? Vamos para o centro de São Paulo. Esse é um exemplo, que vamos fazer em outras áreas. Temos hoje 172 mil presos no Estado de São Paulo. Como podemos reduzir os custos de alimentação? Eles (secretários Antonio Ferreira Pinto, da Segurança Pública, e Lourival Gomes, da Administração Penitenciária) disseram: “Temos experiência do governo Serra.” Aqui na penitenciária do Estado, em vez de comprar a quentinha da empresa lá fora, nós terceirizamos a cozinha que existe dentro da unidade prisional. Conseguimos reduzir de R$ 9 para R$ 4,5 o preço da refeição.

O ajuste que o sr. está fazendo não pode ser encarado como um revanchismo em relação a Serra?

Imagine. Experiências muito bem-sucedidas que Serra teve – dei um exemplo, mas tem “n” exemplos – vamos fazer que elas se multipliquem pelo Estado. Vamos fazer isso por convicção e por necessidade.

O sr. terá encontros com Vicente Falconi, do Instituto de Desenvolvimento Gerencial, e com Antonio Anastasia, governador de Minas. Pretende fazer um “choque de gestão”, como o de Aécio Neves naquele Estado?

Não tem nada a ver o encontro do Vicente Falconi (consultor próximo do PSDB mineiro) com o Anastasia. Nós já tivemos um encontro dos oito governadores do PSDB em Alagoas, lá em Maceió, com o Teotônio Vilela. O PSDB tem hoje o maior número de governadores do País. Essa troca de experiências entre nós é muito positiva. Essa troca de experiências pode ser uma marca importante. O PSDB deve, cada vez mais, ter uma marca social forte.

O sr. fala em gestão por metas. Pode dar um exemplo?

Precisamos ver toda ação do governo, ver o que ela vai beneficiar a população. Especialmente a população mais pobre. Estamos fazendo um trabalho que vai ser explicitado no Plano Plurianual para estabelecer as nossas metas, o que nós queremos no final do mandato.

O secretário Paulo Barbosa (Assistência Social) disse que vai procurar o Ministério do Desenvolvimento Social para mapear a pobreza no Estado. Tem em vista mudança no programa de transferência de renda?

Poderá ter. Nós queremos erradicar a pobreza extrema. Temos hoje perto de 350 mil famílias, vamos falar aí de 1,2 milhão de pessoas. Vamos identificar todas essas famílias e trabalhar com as prefeituras, o governo do Estado, o governo federal, no sentido de erradicarmos a miséria.

Os programas de transferência de renda podem aumentar?

Sim, se houver necessidade.

O PMDB, mesmo com apoio, ficou de fora do primeiro escalão do seu governo. Isso será reavaliado?

Quero destacar o quanto foi importante o apoio do PMDB no Estado de São Paulo e a presença do Quércia foi muito decisiva para isso, porque o PMDB acabou em nível nacional apoiando o PT e em nível estadual o PSDB. Aliás o Quércia apoiou a mim e ao Serra. E ao Aloysio também para o Senado. Foi uma pena a doença do Quércia, o partido ficou em uma espécie de transição.

Já tem encontro marcado com a presidente Dilma Rousseff?

Não. Telefonei para a presidente Dilma após as eleições, tivemos uma boa conversa. Estive na posse para os cumprimentos. Mas deixa ela primeiro sentar na cadeira, tomar pé da situação, terminar a montagem do governo. Em algumas semanas pretendo pedir uma audiência para uma reunião de trabalho.

Qual o projeto político do sr. após o período à frente do governo paulista?

Meu projeto é fazer um bom governo, servir a população de São Paulo, avançar mais ainda. Queria destacar também em relação ao PSDB a importância de termos uma boa relação com o governo federal, e não há nenhuma contradição nisso, quem é governo é para governar e não para fazer oposição. Agora, os partidos políticos, numa democracia, quem ganha governa, quem perde fiscaliza. Cabe ao PSDB esse papel importante de oposição inteligente, propositiva. Entendo que pode ser o exemplo de uma oposição diferenciada, analisar área por área do governo. Acho que o PSDB foi bem, embora tenha diminuído o número de parlamentares, mas cresceu o número de governadores.

Vê o PSDB de volta à Presidência?

Está muito longe, mas o partido sempre deve estar preparado para as grandes responsabilidades.

Destacaria um ponto de convergência com Dilma?

Ela terá de São Paulo toda colaboração. São Paulo é parceiro do desenvolvimento brasileiro. Essa é a nova política. O fortalecimento do espírito republicano. Separar bem as disputas eleitorais, que são legítimas, das tarefas de governo.

http://www.estadao.com.br/noticias/nacional,alckmin-diz-que-vai-ajudar-dilma-mas-ve-um-psdb-fiscalizador,663426,0.htm

 

PSDB LANÇA ALCKMIN AO GOVERNO DE SP

O PSDB lançou neste sábado, 8, a pré-candidatura de Geraldo Alckmin ao governo de São Paulo. O encontro ‘Unidos por São Paulo’ aconteceu no Expo Center Norte, zona norte da capital, reunindo lideranças do PSDB, do DEM, do PMDB e de outros partidos da coligação que apoia Alckmin. As estrelas do evento, estiveram o pré-candidato tucano à Presidência da República José Serra, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, os candidatos ao Senado Aloysio Nunes Ferreira (PSDB) e Orestes Quércia (PMDB) e o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra.